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quarta-feira, 30 de julho de 2014

                      Simbologia e Curiosidades sobre a Rosa

O nome vem do latim rosa e do grego rhodon. As rosas estão entre as flores mais antigas a serem cultivadas. A primeira parece ter crescido nos jardins asiáticos há 5000 anos. Na sua forma selvagem, a flor é ainda mais antiga. Fósseis dessas rosas datam de há 35 milhões de anos. Muitas variedades de rosas foram perdidas durante a queda do império romano e a invasão mulçumana na Europa. Após a conquista da Pérsia no séc. VII, os mulçumanos desenvolveram o gosto pelas rosas e, à medida que seu império se estendia da Índia à Espanha, muitas variedades de rosas foram novamente introduzidas na Europa. Durante a idade média, as rosas eram muito cultivadas nos mosteiros. Era regra que pelo menos um monge fosse especialista em botânica e estivesse familiarizado com as virtudes medicinais da rosa e das flores em geral. Sheakespeare, em Romeu e Julieta, com uma única frase, definiu bem aquilo que sentimos por esta flor: “aquilo que chamamos de rosa, com outro nome, seria igualmente doce”.

As propriedades medicinais das rosas são várias. A rosa vermelha, por exemplo, é usada na afecção da garganta e boca, também na atonia digestiva e diarréia. A rosa branca é usada na prisão de ventre infantil e, também, em inflamação dos olhos. Geralmente se faz infusão das folhas e pétalas.

Existem muitos mitos, lendas e curiosidades em relação com as rosas. A mitologia grega, conta uma história de que Afrodite deu uma rosa ao seu filho Eros, o Deus do amor. A rosa tornou-se um símbolo de amor e desejo. Eros deu a rosa à Harpócrates, o Deus do silêncio, para induzir a não falar sobre as indiscrições amorosas de sua mãe. Assim, a rosa se tornou também um símbolo do silêncio e do segredo. Na idade média, uma rosa era suspensa do teto da câmara municipal, comprometendo todos os presente ao silêncio.

Os romanos acreditavam que, ao decorar seus túmulos com rosas, apaziguariam os Manes (espíritos dos mortos) e os ricos incluíam em seus testamentos, que jardins inteiros de rosas fossem mantidos para fornecerem flores para suas sepulturas.

Nero era louco por rosas. Durante generosos jantares, pétalas de rosas choviam do teto para o banquete.

Os romanos tinham suas próprias idéias sobre a origem da flor. De acordo com sua lenda, muitos pretendentes foram escolhidos para casar com uma bela mulher chamada Rodanthe, mas ela não se interessou por nenhum. Estes homens estavam tão cheios de amor e desejo que se tornaram violentos e invadiram a casa de Rodanthe. Este episódio enfureceu a Deusa Diana, que transformou a mulher em uma flor e os pretendentes em espinhos.

A rosa é usada em várias simbologias. Talvez a mais famosa seja dos Rosacruzes. A regeneração universal e o segredo da imortalidade, constituíam a preocupação máxima dos alquimistas ligados à fraternidade dos Rosacruzes. Com a justaposição da rosa na intersecção dos ramos da cruz, simbolizavam eles, como se entendeu das inscrições hieroglíficas encontradas no grande triângulo descoberto no templo de Benares, a junção dos dois sexos, que levava, afinal, ao segredo da imortalidade. A rosa era o gracioso emblema de mulher, a imagem da discrição e, portanto o símbolo do silêncio; enquanto a cruz significava a virilidade do sol, pois era a junção que forma a eclíptica com o equador, com os pontos em “Picies” e “Áries” e outro no centro da Virgem. Dessa união resultaria a regeneração universal, ponto mais alto da doutrina secreta e de partida para a imortalidade. Neste aspecto, a rosa também significa ressurreição.

A flor da rosa possui, também, a tripla conotação de amor, segredo e fragrância. Tudo isso reunido daria a fragrância de uma vida santa. Caso dirigido à virgem da rosa mística.

As rosas assumem significados diversos de acordo com as cores que suas pétalas apresentam. Mas a roseira é uma planta tão emblemática, que até mesmo suas folhas possuem o significado de esperança. A rosa vermelha significa amor, porém num ramalhete junto com rosas brancas, assume o significado de unidade. As rosas brancas possuem o significado de inocência e pureza, reverência e humildade ou de segredo e silêncio. A amarela significa satisfação e alegria. A rosa cor de rosa significa graça e gentileza. A cor de laranja significa entusiasmo e desejo.

Talvez a rosa, seja a flor mais enigmática e simbólica de toda a botânica. Agora, quando você der ou receber rosas, já saberá que, antes de qualquer simbologia, está aí uma grande prova de amor.

Alma Collins
Enviado por Alma Collins em 09/01/2007
Código do texto: T341369

sexta-feira, 17 de agosto de 2012


Plantas frutíferas em vasos embelezam e dão charme ao ambiente

15/08/2012
Plantas frutíferas em vasos embelezam e dão charme ao ambiente
Foto: Divulgação
Escolha do vaso deve ser proporcional ao tamanho da planta para garantir um desenvolvimento satisfatório
Nas moradias urbanas, os espaços de terra são cada vez mais escassos e o cultivo de plantas (inclusive frutíferas)em vasos é uma saída para quem busca maior proximidade com a natureza. Além de embelezar e dar charme aos ambientes tanto da casa quanto do trabalho, elas perfumam e ajudam a combater o estresse.
 
Segundo a designer floral e paisagista Mirian Nakagawa, que trabalha na área há 24 anos, diversas espécies podem ser facilmente cultivadas em vasos, inclusive as frutíferas, e os resultados são surpreendentes: “As hibridas como jabuticaba, lixia, manga, acerola e romã conseguem até uma pequena produção doméstica".
 
“Elas tem o poder de purificar o ambiente ao umidificar e filtrar o ar, isso ajuda a eliminar germes e gases poluentes. Diferente do que muitos pensam, não é necessário ter um amplo espaço para manter um jardim”, salienta a especialista.
 
Como qualquer ser vivo, as plantas exigem cuidados. A umidade do local, a incidência de sol e do vento também merecem atenção. “Elas são como os bebês. Sentem fome, sede e tem outras necessidades, mas não sabem pedir. É preciso estar atento. Para uma criança crescer saudável não basta somente arroz e feijão, o mesmo acontece com as plantas, que além dos nutrientes e da água, precisam de adubo específico e de qualidade”, lembra Mirian.
 
Para os espaços internos são indicadas as de pequeno porte. A mistura de espécies também é possível. Porém, deve-se ficar atento, pois há no mercado muitas plantas perigosas e que exigem cuidados. “Principalmente as leitosas, tais como a Euphorbia e a Coroa de Cristo. A Dieffenbachia, por exemplo, se ingerida pode causar a paralisação da musculatura da garganta e levar à morte”, alerta.
 
Tipos de vasos
 
A escolha do vaso deve ser proporcional ao tamanho da planta para garantir um desenvolvimento satisfatório. As frutíferas, por exemplo, costumam produzir somente em recipientes médios ou grandes, onde as raízes podem se expandir. Também é importante adequá-lo ao crescimento da espécie, mudando-o sempre que necessário.
 
“Os de polietileno são leves, de grande dimensão e podem ser usados em sacadas de edifícios sem comprometer a estrutura pelo peso”, afirma a especialista. Porém, existem outras opções como os de cimento, madeira e argila.
 
Segundo Mirian, é fundamental consultar um profissional da área para buscar informações sobre os tipos de plantas e seus respectivos desenvolvimentos. Ela destaca também que as espécies cultivadas em vasos necessitam de uma adubação semestral.
 
Serviço
 
Bastet Garden Decor
 
Av. Madre Leônia Milito, 826 - Londrina
 
Telefone: (43) 3356-4060
 
Texto: Eduardo Beluco - Londrix Comunicação
 
Contatos com a redação do Planeta Sercomtel podem ser feitos pelo telefone (43) 3323-0280 ou pelo e-mail: planeta1@sercomtel.com.br 

domingo, 22 de julho de 2012

Floreiras com pneus.

Paisagismo para rede Record, programa do Gugu Visita Internacional em Londrina - Pr
By Imperial Garden c/ parceria nos vasos da Verdy Paisagismo!!






domingo, 8 de abril de 2012

Midiaa1



07/03/2012 -- 00h00

A opção dos vasos

Quem mora ou trabalha em um ambiente pequeno e não abre mão das plantas também pode recorrer aos jardins de vaso. Charmosos, podem ser distribuídos em diferentes ambientes internos ou externos. Segundo a design floral e paisagista Mirian Lopes Nakagawa, da Imperial Garden, a procura por jardim de vaso é grande. ''As pessoas querem ter um espaço verde, com várias opções de plantas em harmonia'', diz.

Ela alerta, no entanto, que é preciso escolher com atenção os locais para colocar os vasos. ''Deve-se considerar a umidade do ar, o tamanho da planta, a incidência de sol e de vento'', pontua a design floral, ressaltando que as plantas necessitam de observação diária. ''Trata-se de um ser vivo, que precisa ter suas necessidades respeitadas. Água e nutrientes são fundamentais. O adubo deve ser escolhido de acordo com a espécie e é importante utilizar um húmus de boa procedência'', orienta.

De acordo com ela, as pessoas não devem apertar as folhas para não danificar suas células. ''Muitas pessoas não sabem, mas é recomendável lavar as mãos após manuseá-las'', salienta Mirian, que também é membro da Academia Brasileira de Artista Floral.

O tamanho do vaso é outro aspecto importante. Ela destaca que é necessário conhecer o quanto a planta irá crescer, considerando o desenvolvimento da raiz. Os vasos com furos na base para drenagem de água podem ser uma boa alternativa.

Existem uma infinidade de espécies indicadas para ambientes internos. As mais comuns são as de pequeno porte. Mirian cita a zamioculca e a lança-de-são-jorge, que toleram baixa incidência de luz e àgua, sendo próprias para halls e lavabos. Entre as plantas com flores, ela destaca a afelandra, begônia, bromélia, ciclanthus, violeta, lírio, orquídea, entre outras. ''O antúrio deve ser evitado em locais onde têm crianças, pois é altamente tóxica'', alerta.

Outra espécie que deve ser evitada em casas com crianças é a comigo-ninguém-pode, um tipo de folhagem também tóxica. A design floral acrescenta que algumas plantas de sol se adaptam à meia sombra, como é o caso da cica, ficus, pata de elefante e palmeira phoênix.

''É possível mesclar várias espécies, como de folhagens, flores e até de frutos. Para manter o jardim saudável é interessante contar com o apoio de um profissional devidamente habilitado'', finaliza.

Fotos: Celso Pacheco e Renata Cabrera



Foram distribuídos vasos de vários tamanhos pelo apartamento com plantas de diferentes espécies. Segundo a design floral Mirian Lopes Nakagawa os vasos favoreceram a harmonia do local





A cobertura do apartamento se transformou em um belo jardim com vasos distribúidos por todo o espaço. A design floral Mirian Lopes Nakagawa explica que foi criado um pequeno ecossistema, mesclando várias espécies, como plantas de folhagens e de flores. O local conta ainda com um pequeno pomar com frutas e com alguns tipos de ervas

Paula Bonini
Reportagem Local

segunda-feira, 12 de março de 2012

Jardin Japonés


Los elementos que caracterizan a un jardín japonésEn el paisaje oriental, todos los elementos que se utilizan son representaciones de los procesos vitales. Conocer más.
 
Sencillo y espectacular, los jardines japoneses, más que una simple técnica de jardinería, son el fruto de una de las modalidades artísticas más sublimes de la cultura oriental. Diseñado para atraer a los visitantes a un estado natural de la meditación, la calma y la espiritualidad, los jardines de incorporar los elementos simbólicos y natural, con el fin de establecer una perfecta armonía con el entorno.
 
En un jardín oriental, los aspectos visuales tales como la textura y el color, son menos importantes que los elementos filosóficos, religiosos y simbólicos. Estos elementos incluyen agua, rocas, plantas y accesorios variados. Véase el significado de cada uno de estos elementos en la composición básica de un jardín japonés y la galería, algunas bellas composiciones del género:
 
Linterna de piedra (TORO)Su significado es la iluminación de la mente que dirige el jardín, lo que lleva a la concentración. Los puntos de luz están ubicados estratégicamente para no eclipsar la visión. Todas las lámparas tienen los mismos elementos básicos: gran techo de un compartimiento abierto y piernas tres o cuatro, la simplicidad es debido a la textura rústico de la piedra.
 
Lago con carpas (KOI)El agua representa la vida, mientras que la carpa es un símbolo de la fertilidad y la prosperidad. Su movimiento le da color al jardín. El pez carpa se considera "el rey del río" y es respetado por su habilidad para nadar contra la corriente y la determinación para superar los obstáculos.
 
Fuente (TSUKUBAI)Cuando el elemento agua no existe en el jardín japonés, su representación se hace sobre la base de grava o por una especie de tina con agua (TSUKUBAI), procedente de la ceremonia del té, lo que representa el ritual simbólico de lavarse las manos para purificarse antes de que el jardín de meditación.
 
Cascada con piedrasEl centro del jardín. Además de oxigenar el agua, medios para continuar la cascada de la vida. Y, como la vida, se sigue un ciclo representado por la intensidad del agua. El flujo de agua simboliza el nacimiento, crecimiento y muerte: a partir de las ondas a un simple murmullo del agua corriendo.
 
Las posiciones de las piedras, por lo general en los números impares, son una analogía de la formación del hombre y la sociedad: el principio de que estamos solos, entonces el grupo (como padre, madre e hijos). La piedra colocado en una posición vertical representa el padre, la madre y horizontalmente. Las otras piedras simbolizan los descendientes, que se distribuyen alrededor del lago.
 
Camino o pista (TOBI Ishi) y el Puente (Taiko Bashi)Un puente o un camino en el jardín representa la evolución a un nivel más alto en términos de ampliación, la madurez y la auto-
 
BambúLa flexibilidad del bambú se refiere a la capacidad de adaptarse y cambiar. La parte de bambú de la idea taoísta según la cual uno debe ceder el paso a las situaciones o condiciones externas, a los mejores triunfarmos en la vida. Sus ramas están atados para que la planta crece inclinándose hacia el lago, como en una reverencia y respeto que aprecia el jardín. Es la imagen de bambú que se resiste a la flexión bajo la tormenta de la ira, para luego ir hacia atrás y ponerse de pie y vuelven a aparecer en todo su esplendor. A ellos también están vinculados los carillones del viento y los monos de cerámica que llevan el sonido de la naturaleza y la felicidad.
 
Las plantas y los arbustosLos arbustos con formas (topiaria) garantiza el fin de el jardín de esculturas, y por la cultura japonesa, el paisajismo es una de las más altas formas de arte, se puede expresar la esencia de la naturaleza en un espacio limitado. Como cada elemento del jardín japonés tiene su significado, las flores no se utilizan e incluso se han considerado como señales de la frivolidad, debido a su rápida transformación. Mientras tanto, los árboles y arbustos representan el silencio y la eternidad. Los más utilizados son el sakura (flor de cerezo) y Momiji (Acer).
 
La flor de cerezo tiene un significado especial: se la conoce como la flor de la felicidad. La floración Hanami se celebra en los meses de marzo y abril. Es el momento de salir de la introspección de invierno y abierta al mundo, florecer y celebrar el espíritu.
 
A diferencia de la celebración y la alegría que proporciona Hanami - el florecimiento del sakura - la vista de las hojas que caen Momiji, arce rojo, revela un aspecto de la melancolía y el reflejo de la personalidad japonesa. Para ellos, disfrutando de los colores del otoño es tan importante como la floración.


http://msn.imovelweb.com.br/Noticias/Casa-e-Cia/Jardim-japones--misticismo-ligado-a-natureza.aspx